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NVIDIA apresenta primeira GPU virtualizada do mundo

Ontem, durante o GTC, a Nvidia também anunciou a plataforma VGX. Essa GPU permite aos departamentos de TI distribuírem um desktop virtualizado com os gráficos e a performance de computação de GPU de um PC ou estação de trabalho a funcionários. Tudo isso usando qualquer dispositivo conectado.

Assim, com a plataforma Nvidia VGX no centro de dados, os funcionários podem acessar um PC para a nuvem a partir de qualquer dispositivo – thin client, laptop, tablet ou smartphone –, seja qual for seu sistema operacional, com rapidez.

A NVIDIA VGX permite que profissionais do conhecimento acessem por um desktop acelerado por GPU similar a um PC local tradicional. As opções de capacidade de gerenciamento da plataforma e os recursos de monitor remoto de latência ultrabaixa ampliam essa conveniência àqueles que usam ferramentas de simulação e de design 3D, que antes eram muito intensas para um desktop virtualizado.
Integrar a plataforma VGX na rede corporativa também permite que os departamentos de TI corporativos resolvam os desafios complexos do “BYOD” (bring your own device), quando os funcionários levam seus próprios dispositivos de computação para o trabalho. A plataforma fornece um desktop remoto a esses dispositivos, fornecendo aos usuários o mesmo acesso que eles têm em seu terminal desktop. Com isso, ela busca ajudar a reduzir o gasto total com a TI, melhorar a segurança de dados e minimizar a complexidade do centro de dados.
A NVIDIA VGX se baseia em três principais avanços da tecnologia:
- Placas NVIDIA VGX: Desenvolvidas para hospedar um grande número de usuários com uso eficiente da energia. A primeira placa NVIDIA VGX é configurada com quatro GPUs e 16 GB de memória e é compatível com a interface PCI Express padrão do setor em servidores.
- NVIDIA VGX GPU Hypervisor: Essa camada de software se integra a hipervisores comerciais, como Citrix XenServer, possibilitando a virtualização da GPU.
- Máquinas Selecionáveis pelo Usuário (USMs) da NVIDIA: Essa opção de capacidade de gerenciamento permite que as empresas configurem recursos gráficos fornecidos a usuários individuais na rede, com base em suas demandas. Os recursos variam de experiências de PC verdadeiras, disponíveis com a USM padrão da NVIDIA, a experiências de engenharia e design 3D profissional aperfeiçoadas com GPUs NVIDIA Quadro® ou NVIDIA NVS™.
Fonte: http://nvidia.adrenaline.uol.com.br

Posted on maio 17th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

CEO da Nvidia: “a nuvem é mobilidade e a mobilidade é a nuvem”

Jen-Hsun Huang, da Nvidia, foge do padrão CEO-coxinha americano todo certinho. Fala sem censura dos concorrentes (e da ausência deles), do mercado de mobilidade, das burradas que o Google fez com o Android, do potencial do Windows RT para ARM e sobre a nova aposta da Nvidia, a computação em nuvem. Huang participou de um painel na tarde desta quarta-feira no GTC Technology Conference, em São Jose, onde respondeu perguntas do analista e consultor Tim Bajarin, da Creative Strategies.

Confira um resumo dos principais temas a seguir.

Sobre o domínio da Apple no mercado de mobilidade: “Não tenho ideia de como um sistema operacional consegue escapar da sombra do iOS hoje. Se existe, está no início do seu desenvolvimento. Tem que ter software, processador, sistema operacional, serviços, distribuição, com o problema de ter tudo integrado. Estamos apenas no começo da era da mobilidade. A Apple tem uma vantagem única como a IBM teve no começo da era do PC. As coisas vão mudar quando inovação vier dos outros 99% de desenvolvedores ao redor do mundo. Precisa de um tempo ainda para estruturar a indústria.”

Sobre o tempo que vai durar a vantagem da Apple: “A resposta depende. O que é popular, mainstream, nem sempre é desejável para os extremos dos consumidores. Tem que encontrar nichos específicos e explorá-los. Um sedã de quatro portas não é o carro ideal para todo mundo, certo? Então, é uma questão de tempo, não muito, para esses mercados de nicho crescerem. Não existe um “tamanho único” para telefones. Se você tem um iPhone e todo mundo também, ninguém é especial. Vai acabar ocorrendo uma saturação de marca. Você lembra do Motorola Razr? Era ‘o’ telefone. Quem tinha um Mac agora se sente menos cool. Se sua avó usa um Mac, é claro que não é mais cool.”

Sobre a falta de diversidade nos tablets: “Estou empolgado com o Windows RT. Vai ser compatível com tudo que eu preciso e faço, bom para o mercado corporativo. Prefiro que meu aparelho que tem Outlook toque música do que meu tocador de música rode o Outlook. Mas teve um engano feito com o Android para tablets. Quebramos a plataforma do sistema operacional, o Honeycomb era incompatível com o Gingerbread, e ninguém fez apps para os tablets. Pelo menos o Google pensou no caso e ampliou o sistema para a plataforma dos telefones.”

Sobre Windows RT versus Android: “As pessoas não compram um sistema operacional. Não digo ‘hoje vou comprar um iOS. Ou você reclama da vida e um amigo diz ‘você precisa de iOS’. Tem que ver do ponto de vista do consumidor final, e isso cria uma perspectiva única para o Windows RT. No Android, tudo que você faz deve aparecer no seu tablet por causa da nuvem, numa tela grande. Muita gente que usa o PC como centro da sua vida hoje deve ir para o Windows RT. A Microsoft teve uma ideia genial com o Windows 8. Ela sabe que não pode reposicionar o PC. Um PC é um PC, é o que é. Um novo aparelho tem suas virtudes, como ver documentos criados no ecossistema do Windows. Bote um design bonito, feito para mobilidade e pronto. Já imaginou se a Apple dissesse que o iPad rodava Mac OS? É um Mac Tablet? Não? É um iPad? Fantástico. Um tablet com Mac OS vai vender? Provavelmente. Do mesmo jeito que um iPad? Sem condições. É mais fácil começar do zero e posicionar o aparelho daí. Então, é a chance de reinventar o Windows nesse mundo novo, dêem a ele um novo nome, novas virtudes. Mas tem que olhar como o consumidor quer que o computador faça. Não espero que um Xbox rode Office, então não vou pirar por causa disso. Mas o mais legal é que tudo vai estar na nuvem. Vai ser incrível comprar um computador novo e sincronizar tudo direto.”

Sobre a nuvem: “Cresce rápido, com pouca fricção entre comprar algo e começar a gostar de usar, assim como a Apple cresce rápido. Mas estamos há sete anos pensando na nuvem para chegar hoje aqui, pagamos um pedágio caro para chegar onde estamos.  Para empresas, os dados são mais importantes que os aplicativos, que serão transmitidos da nuvem. E isso vai deixar os dispositivos cada vez menos importantes em comparação aos serviços oferecidos a longo prazo. Em cinco anos, fabricantes de PCs terão que oferecer mais serviços, seja produtividade ou videogame pela nuvem.”

Sobre a nuvem para games: “As pessoas têm consoles. Eu coleciono filmes, tem gente que não coleciona, vê na TV a cabo. Tem quem prefira a mídia física. Tem quem ainda compre CDs! Fale para um pirralho que você tem CDs e ele vai achar que você é retardado. Claro que a direção para outro lado é inevitável. Comprar uma caixinha de software é estranho. Pense que o videogame é um aplicativo. Você vai comprar Call of Duty pela terceira vez na Best Buy, consegue e quando chega em casa o console avisa que vai baixar um patch. Dá vontade de se matar, não? Agora imagina falar ‘saiu Call Of Duty novo hoje’ e você liga a TV e ele está lá, sem patches. Esse é o futuro.”

Conselhos para quem começa no mundo dos negócios: “Pense em mobilidade e na nuvem. A nuvem é mobilidade e a mobilidade é a nuvem. É redundante, e um dia será apenas ‘móvel’. E não faça GPUs, claro. Já tenho concorrência demais.”

Sobre o futuro da Nvidia: “Vejo a Nvidia como uma companhia que faz coisas que importam. Sentimos que fazemos um trabalho importante e que contribui pra sociedade (artistas, gamers, profissionais). Se sumirmos, terá um buraco a ser preenchido.”

Sobre o Facebook (já que o IPO está chegando) “Não tenho uma conta, fiquei assustado quando era algo pequeno ainda, criei uma e não pararam de surgir pedidos de amizade. É assustador mesmo. Mas adoro o fato de que você pode documentar a vida de uma empresa no Facebook. Para os mais jovens também é fantástico, mas precisa usar com cuidado, ser esperto.”

 

 

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Posted on maio 17th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

‘Twisted Metal’ volta aos games mais realista e com ação eletrizante

Um assassino serial, um dublê com muita raiva e uma ex-modelo vingativa disposta a tudo após perder a beleza em um acidente. São esses os três personagens que compõem o amalucado elenco da primeira versão para PS3 da franquia Twisted Metal, cujo lançamento no Brasil sofreu seguidos atrasos devido a polêmicas relacionadas à classificação indicativa, consequência do alto grau de violência contido no jogo. A previsão da Sony é que ele chegue às lojas na primeira quinzena de junho.

Para quem conhece o título, lançado originalmente em 1995 para Playstation, nada de muito novo. Twisted Metaltrata mais uma vez da competição criada pelo misterioso e sádico magnata Calypso, que coloca uma série de pilotos para disputar um torneio até a morte, dividido em diversas batalhas realizadas em sombrios e variados cenários. Cidades pacatas, metrópoles caóticas e estádios construídos especialmente para as disputas são alguns deles, todos caracterizados pela beleza gráfica do jogo, com enorme riqueza de detalhes que fornecem bastante realismo à ação.

A campanha principal é iniciada com o maléfico Sweet Tooth, um homem que, no passado, chegou a ser um sujeito pacato – até enlouquecer e matar toda a sua família, com exceção da filha Sophie, que foge. Contada rapidamente, a história, feita com um misto de imagens de computador com filmagens de atores reais, mostra como o desejo assassino do personagem o leva a entrar no concurso com seu já famoso furgão de sorvete para finalmente encontrá-la.

Depois de passar pelo primeiro chefe, o que só ocorre após a conquista de todas as provas, o jogador conhece outro enredo, o do motoqueiro Mr. Grimm – e o mesmo ocorre posteriormente, quando Dollface se torna a última desafiante do concurso. Todos os personagens já figuravam nas versões anteriores da franquia, com a diferença de que, agora, eles se tornaram seus únicos protagonistas.

Imergindo na loucura Se o enredo de Twisted Metalnão traz nada de especial por ser raso, apenas para preencher a necessidade de alguma história, o jogo passa longe disso. Assim como nas versões anteriores, o tão aguardado produto para PS3 possuí ação eletrizante, feita para dar ao usuário o máximo de sensação de imersão possível. Desta vez, no entanto, essa característica é elevada ao quadrado.

Ao início de cada batalha, o jogador tem a opção de escolher três veículos para a ação – independente do fato de estar com um competidor específico -, já que, na nova versão, os pilotos não são atrelados a apenas um automóvel. Assim, Sweet Tooth pode ir às ruas com seu furgão de sorvete – que tem a habilidade de se transformar em um gigantesco robô, técnica originalmente introduzida em Twisted Metal: Black, de 2001 -, mas também pode optar por outros automóveis, mesmo que estes sejam de outros personagens.

As opções não são muitas, mas suficientes pela grande variedade de qualidades contidas em cada uma. Para momentos com necessidade de maior velocidade, como nas fases em que o jogador precisa chegar rapidamente a algum lugar por risco de vida, Death Warrant (uma espécie de Mustang), o esportivo Kamikaze e a motocicleta Reaper são ótimas escolhas; em outras, de combate mais direto, pode-se escolher entre a caminhonete policial Outlaw, o carro funerário Hearse e até um helicóptero. À medida em que o usuário vai superando os diferentes estágios, novos veículos são destravados para serem usados nas fases seguintes, com níveis de dificuldade em padrão crescente.

Mas o que mais chama a atenção em Twisted, além de seus belos gráficos, é a própria ação na qual se desenrola a competição. Com um vasto arsenal de armas fixas e outras dispostas nas pistas do torneio, a munição do jogador nunca acaba – assim como a de seus inimigos. Ficar parado, procurando armar alguma estratégia, não é uma opção.

Os tiros, as batidas, a paralização dos carros por eletricidade, reforçados pelos constantes efeitos do DualShock, não deixam o jogador respirar. Basta terminar o vídeo introdutório de cada prova que os ataques já começam – assim como os estragos no veículo -, sem sequer fornecer tempo para pegar o jeito nos controles, um tanto complicados, mas que, com um pouco de prática, logo são dominados pelo jogador.

Para evitar a morte precoce, que, dependendo do número e da potência dos tiros adversários, pode ocorrer em alguns segundos, o usuário pode buscar ajuda hospitalar, disposta na pista com o símbolo de cruz, ou achar uma garagem – na qual pode trocar de veículo e, de quebra, recompor os danos do usado.

O fato de não ter exatamente uma história linear também dá vantagens ao jogo. Com combates curtos, com a única necessidade de eliminar os adversários antes que eles o façam com o gamer, o usuário pode ir jogando a conta-gotas, um pouco de cada vez. A campanha, no entanto, é curta e pode ser terminada por um jogador mais hard-core em algumas horas.

Escolhida a dedo, a trilha-sonora, composta por canções pesadas de grupos como Judas Priest, Sepultura, Rob Zombie, Iggy Pop e Sammy Hagar, só ajuda a aumentar a intensidade das partidas.

MultiplayerAlém da campanha principal e das opções de treinamento e desafios, o jogador pode também optar pelo modo multiplayer e online, os grandes trunfos do jogo, nos quais é possível disputar com até 16 jogadores simultaneamente.

O já conhecido desafio Last Man Stand (último homem em pé), por exemplo, obriga as equipes a se enfrentarem, dando a vitória à última restante na arena. O inédito modo Duke, por sua vez, opõe duas facções, cada qual responsável por uma grande estátua de metal mantida no ar por um helicóptero, que deve ser destruída pela gangue adversária. Para isso, é necessário capturar o líder inimigo e transformá-lo em munição de míssil, o que dará à arma potência suficiente para acabar com o objeto.

 

 

Fonte: http://games.terra.com.br

Posted on maio 17th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

Rockstar adiciona legendas em português em ‘Max Payne 3′

Atualização gratuita foi lançada para Xbox 360 e PlayStation 3. PC deve receber legendas no final de maio.

A produtora Rockstar lançou uma atualização gratuita para o game “Max Payne 3″ que colocou legendas em português nos diálogos do game, permitindo que os jogadores que não têm conhecimento de inglês possam entender as conversas.

As legendas, válidas inicialmente para as versões de Xbox 360 e PlayStation 3, aparecem até nos diálogos dos personagens brasileiros quando estes falam em português. Para acessar o recurso, o videogame deve estar com idioma em português.

A versão de PC deve receber legendas até o final do mês.

O game “Max Payne 3″ será lançado no Brasil no dia 31 de maio por R$ 200 na versão de PlayStation 3 e Xbox 360 e por R$ 90 no PC, em disco, de acordo com a distribuidora Arvato Games. A edição de colecionador do título, que tem a cidade de São Paulo como local da trama, também será vendida no país por R$ 400.

 

Contra as gangues paulistas“Max Payne 3″ foi lançado para Xbox 360, PC e PlayStation 3. No game, o herói enfrenta traficantes na cidade de São Paulo para encontrar a esposa de um grande empresário brasileiro que foi sequestrada. O jogo traz elementos conhecidos da franquia como a câmera lenta para que o jogador dê tiros mais precisos. A Rockstar afirma que trabalhou muito nos controles do jogo para fazer com que o personagem se mova de modo realista enquanto o jogador consegue mirar nos adversários facilmente.

O game de tiro em terceira pessoa tem um sistema exclusivo de mira, que faz com que o jogador tenha a mesma precisão de jogos de tiro em primeira pessoa. Isso foi possível, de acordo com a empresa, fazendo com que a retícula da mira estivesse sempre no local desejado pelo jogador, independentemente da posição das mãos do personagem.

 

 

 

Fonte: http://g1.globo.com

Posted on maio 17th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

GeForce Grid: Nvidia quer mobilidade de games com a nuvem

Entre uma viagem no universo e outra, a Nvidia falou nesta terça-feira na abertura da sua conferência de supercomputação, a GPU Tech Conference 2012, sobre levar recursos da GPU para a computação em nuvem, incluindo games online no chamado GeForce Grid. Em vez de você ter uma GPU no seu PC, você joga de qualquer lugar, em qualquer dispositivo, usando o poder de processamento da nuvem. Mas o que isso significa? Seu console vai morrer?

Em princípio, não. Nem consoles nem PCs vão deixar de existir por conta da GeForce Grid, pelo menos agora. Mas isso abre caminho para smartphones, tablets, qualquer computador (Mac ou PC) e, mais importante, sua TV, rodarem os últimos games sem precisar de uma GeForce dedicada.

Mas Jen-Hsun Huang, co-fundador e CEO da Nvidia, sabe que o mundo não é perfeito, e que atrasos (lags) em games são algo imperdoável. “A nuvem sempre estará longe de você. A latência é um problema a ser resolvido”, disse. “Tem que registrar seu comando, enviar para a nuvem, processar e mandar de volta. Se o atraso for enorme, o game perde a graça”.

O que a Nvidia conseguiu fazer? Reduziu o tempo para 160 milissegundos em média, que é o que eles acreditam ser o ideal para o gamer médio hoje, mas dá para chegar a menos. Na prática, é como neste vídeo: Bulletstorm rodando em servidores da Gaikai em Sunnyvale na tela de um Asus Transformer Prime.

O GeForce Grid, porém, não será um serviço oferecido direto pela Nvidia para o consumidor final. A Nvidia vai oferecer a plataforma de hardware (formada, claro, por GPUs com arquitetura Kepler) e software para seus parceiros, como a própria Gaikai e outros (a Onlive é parceira, mas não quis aparecer agora). A lista de ofertas da Gaikai, por enquanto, é que a aparece na imagem desta matéria. Isso abre possibilidade, em um futuro próximo, de uma “Netflix” dos games? Sem dúvida – e operadoras de telecom também estão na mira da Nvidia como futuros clientes. Quer dizer, você vai assinar games online como um serviço ou como extra da operadora de TV/telefonia.

O potencial da ideia de poder jogar qualquer coisa em qualquer lugar sem precisar de hardware dedicado é bastante interessante. Segundo o CEO da Nvidia, qualquer dispositivo capaz de rodar vídeo em H264 é compatível com a GeForce Grid (claro que um aparelho com Tegra 3, como o Transformer Prime do vídeo mais acima, torna a tarefa ainda mais fácil).

No PC, o game pode rodar direto no browser. No Transformer Prime, é preciso ter um app especial instalado no tablet, por enquanto.

 

 

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Posted on maio 16th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

Rockstar dá jogo de graça no Steam

A produtora Rockstar resolveu presentar seus fãs com um game completo de graça no Steam, serviço de distribuição digital da Valve. O game em questão é Midnight Club 2, que mistura corrida e ação. Para ganhar, basta entrar na comunidade oficial da empresa no Steam, neste link.

Mas atenção: Os fãs devem entrar na comunidade da empresa no Steam até esta terça-feira (15) para garantir o game. A Rocksar garante que vai enviar, via mensagem online, o jogo para os participantes até o próximo dia 29. Outra condição para ganhar o game é que o usuário tenha pelo menos um jogo comprado em sua conta no Steam.

A ação faz parte da intenção da Rockstar de reforçar sua presença online e também aumentar sua comunidade de jogadores conectados. Recentemente a empresa relançou sua própria rede social, o Rockstar Social Club, preparando o terreno para a chegada de Max Payne 3, nesta semana. A ideia é unir diversos games da companhia por meio de “gangues” online.

 

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br

Posted on maio 15th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

Servidores abrem e gamers começam a jogar ‘Diablo III’

Game foi lançado oficialmente às 4 horas da manhã desta terça-feira. Com servidores lotados, alguns fãs não conseguem acessar o jogo.

Os servidores de “Diablo III”, game de RPG de ação da Blizzard, abriram às 4h da manhã (horário de Brasília) desta terça-feira (15), permitindo que os jogadores começassem as primeiras aventuras do jogo.

O horário oficial de lançamento foi a meia-noite no fuso horário da Califórnia, onde é localizada a sede da Blizzard, que está quatro horas atrás do horário de Brasília.
O game, embora seja possível jogar sozinho, exige autenticação de um servidor da empresa para ser iniciado e, por isso, precisa de uma computador conectado à web.

Já há alguns dias que os fãs que adquiriram o game por meio de download – no Brasil, o jogo é vendido por R$ 100 – puderam baixá-lo e deixá-lo no computador, esperando o lançamento do game nesta terça-feira.

Durante a madrugada, “Diablo III” ficou sendo um dos termos mais comentados no Twitter no Brasil, com usuários comentando a expectativa de abertura dos servidores da Blizzard.

Entretanto, a lotação dos servidores do jogo criou um problema inesperado. Milhares de jogadores, logo nos primeiros minutos do lançamento, começaram a comentaram no microblog que os servidores estavam lotados e não conseguiam jogar. O apresentador do canal norte-americano especializado em games G4 Kevin Pereria chegou a tuitar uma imagem que mostrava o servidor ocupado.

O mesmo aconteceu com o usuário do site de transmissão de vídeos ao vivo Ustream “theshadowfan”. Ele iria transmitir ao vivo a primeira partida do jogo, mas teve dificuldades em conectar nos servidores da Blizzard.

A mensagem que os dois receberam ao lado de milhares de outros gamers era do “erro 37″, que indicava que os servidores estavam ocupados. O termo “#error37″ também foi um dos mais comentados por usuários do Twitter, que chando a aparecer nos Trending Topics do site 1 hora após o lançamento oficial do jogo.

Por meio de sua conta oficial de suporte no Twitter, a Blizzard afirma que os usuários que receberem a mensagem do “error 37″ devem esperar e tentar conectar novamente no servidor com a conta. O motivo é o alto tráfego de usuários tentando jogar o game.

A espera acabou

Em “Diablo III”, os jogadores podem assumir o papel de cinco personagens heroicos: bárbaro, feiticeiro, arcanista, monge ou caçador de demônios. Os heróis entram numa jornada épica para livrar Santuário das forças degradantes do Inferno Ardente, explorando diferentes e perigosos ambientes, aumentando sua experiência e suas habilidades, adquirindo artefatos e encontrando personagens-chave que os acompanharão lado a lado no campo de batalha. Todas as partidas são geradas de modo aleatório, ou seja, os inimigos nunca aparecerão no mesmo lugar para enfrentar o jogador.
No Brasil, a versão digital do jogo será vendida por R$ 100 e será lançada em todo o mundo no dia 15 de maio. No país, o game será dublado em português com versões para PC e Mac. No Mac, no entanto, o game não terá dublagem em português no lançamento. As cópias físicas de “Diablo III” serão lançadas no dia 7 de junho.
A edição de colecionador do game custará R$ 350 e tem vendas previstas para o mesmo dia. lém do game, o título traz uma série de itens especiais como um crânio do vilão Diablo com um pen drive personalizado que traz o segundo jogo da franquia, “Diablo II”, e a expansão “Lord of Destruction”, um livro com as artes feitas pelos artistas da Blizzard, um Blu-ray com os bastidores da produção, um CD com trilha sonora e itens especiais para usar em “World of Warcraft” e em “Starcraft II”.

 

 

Fonte: http://g1.globo.com

Posted on maio 15th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

NVIDIA GeForce GTX 690 – Lançamento da nova placa de vídeo

O CEO da NVIDIA, Jen-Hsun Huang, anunciou recentemente o lançamento da nova GeForce GTX 690, que deverá chegar ao mercado norte-americano ainda esta semana, porém inicialmente de forma limitada, pois só posteriormente é que a empresa irá garantir uma maior disponibilidade da nova placa de vídeo para todas as lojas.

Segundo Huang, a GeForce GTX 690 foi projetada a partir do zero para poder proporcionar o melhor desempenho visto até hoje. A placa é revestida de alumínio na parte externa e na parte da frente possui janelas de policarbonato. O chip possui fonte de alimentação de dez fases e contém 3.072 núcleos CUDA. Além disso, a placa ainda conta com dois chips rodando em paralelo, deixando a sua potência muito maior. Quando a placa está funcionando com toda sua força, ela se comporta como uma Quad-SLI, ou seja, ela passa a trabalhar com quatro núcleos juntos e, dessa forma, ela faz com que seu computador  aguente qualquer tipo de jogo.

A GTX 690 chega ao mercado norte-americano com preço de US$ 999, mais ou menos R$ 1.885.

Ainda não foi divulgada nenhuma data oficial para o lançamento da placa no Brasil, mas a empresa não tem costume de demorar muito para levar seus produtos para todos os países do mundo.

 

 

 

Fonte: http://www.notebookonline.org

Posted on maio 15th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

NVidia adquire 500 patentes para disputar mercado de chips móveis

A fabricante de placas gráficas de alto desempenho NVidia está comprando cerca de 500 patentes de comunicação móvel da IPWireless. A aquisição será feita em conjunto com a Intellectual Ventures, uma holding de patentes que tem como co-fundador o ex-vice-presidente de tecnologia da Microsoft, Nathan Myhrvol. A IPWireless é especializada em tecnologias para redes móveis, voltadas principalmente a serviços para governos. O valor do negócio, concluído no dia 30 de abril, não foi divulgado, mas a ideia da empresa com a transação é competir com a Qualcomm no mercado de chips para smartphones e tablets.

As patentes referem-se a tecnologias na área de comunicações móveis, incluindo em tecnologias 3G e de Long Term Evolution (LTE), de redes de alta velocidade 4G, cuja propriedade ficou dividida em partes iguais entre as compradoras. A NVidia terá as licenças de todo o conjunto de patentes adquirido, mas a IPWireless mantera o direito de uso vitalício, mesmo com a venda.

A transação chamou a atenção do mercado, uma vez que a Intellectual Ventures fundamenta seu negócio na compra de patentes para uso processos judiciais. Em seu histórico há mais de dez companhias que foram alvo de ações judiciais, entre elas Dell, HP, Motorola Mobility, Acer e até mesmo as varejistas Best Buy e Walmart.

 

 

 

Fonte: http://www.tiinside.com.br

Posted on maio 15th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

123D Catch para iPad permite transformar fotos em modelos 3D

Novo aplicativo para dispositivos da Apple é gratuito e permite a modelagem  tridimensional de qualquer fotografia.

A empresa norte-americana Autodesk, que vinha trabalhando em uma versão para  smartphones do seu 123D Catch, anunciou o lançamento do aplicativo agora para  iPads. De acordo com o pessoal do site Engadget, o funcionamento do programa nos dispositivos da  Apple é semelhante ao da versão para computadores.

O 123D Catch iPad permite que você transforme qualquer fotografia em um  modelo 3D, e o melhor de tudo é que o aplicativo não custa nem um centavo, além  de ser compatível com iPads da segunda e terceira gerações. Infelizmente, ele  ainda não se encontra disponível para os consumidores brasileiros, mas não deve  demorar até que a novidade chegue por aqui.

 

 

 

Fonte: http://tecmundo.com.br

Posted on maio 11th, 2012 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados