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Furry: O Filme

São incontáveis os filmes que influenciam o nosso fandom, temos diversos fursonas passeando por aí que foram baseados ou minimamente influenciados por algum personagem da telona. Mas será que o caso inverso acontece? Nós, furries, já fomos temática de algum longa-metragem?

Sim! E tudo graças à recém-formada em Produção Digital de Filmes, Lindsey Batdorf, quem produziu e dirigiu um filme em longa-metragem chamado “Furry”, o qual conta a singela história de um furry, de fursuit e tudo, que tenta conquistar uma garota, tendo como desafio fazê-la aceitar seu hobby.

A diretora afirma que a intenção do filme é mostrar um pouco do fandom de uma forma positiva, destacando alguns pontos curiosos e engraçados da comunidade. “Se você apoia, muito obrigada!”, diz ela, “Mas se, por qualquer razão, você não gostar da ideia, você tem todo o direito de ter tua opinião, não dá pra agradar a todos”.

Ela disponibilizou um trailer online, o qual você pode conferir aqui embaixo. Infelizmente, por restrições dos festivais onde ela ainda exibirá o longa, ela não tem autorização para disponibilizá-lo inteiro na internet por agora. Vamos ficar na torcida que seja disponibilizado o quanto antes porque, não sei vocês, mas eu estou morto de vontade de assisti-lo e curtir ver nosso mundo (se possível) bem representado no cinema. Mesmo que desde um player do Youtube.

Video: http://vimeo.com/22787268

Fonte:http://www.faunaurbana.com.br

Posted on maio 6th, 2011 by Simbjji Mufsa  |  No Comments »

Da internet para o mundo: Você conhece os Furries?

Já ouvimos muito sobre a capacidade da internet de unir as pessoas, mas um caso especial fica para os Furries. O termo “furry” (plural “furries”), deriva de “fur”, ou “pelagem” e se refere a personagens ficcionais, animais antropomórficos (“de forma humana, ou com características humanas”) que podem falar, andam em duas patas e tem expressões, pensamentos e personalidades como as nossas.

Mundialmente, o interesse por furries reúne pessoas em grupos, convenções e na internet, focando-se principalmente na criação artística, especialmente com ilustrações e histórias envolvendo os personagens (assim como animais “normais”), porém passando também por games, vídeos e role-playing (tipo de jogo ou interação em que os usuários assumem o papel de um personagem, de maneira parcial ou totalmente imersiva). Aqueles que compartilham dessa cultura são geralmente identificados como “furries”, assim como os personagens, porém o coletivo de fãs como comunidade (ou “fandom”), assim como suas criações e objetos de interesse é identificado como “Furry fandom”, entre outros nomes popularmente usados como “furrydom”, “fur fandom” ou “furdom”.

As raízes do movimento são vagas, e de acordo com certas fontes derivam de inspirações que começaram nos anos 1960 e 1970. Porém é fato que foram só nos anos 1980, principalmente nos EUA, que o movimento ganhou força (e nome), em especial com a primeira convenção do gênero, em 1987.

Mas diferente de outros movimentos considerados “nerds”, o que destaca os Furries é a força que ganharam com a difusão pela internet. O primeiro grande passo foi o newsgroup alt.fan.furry, em novembro de 1990, que do “underground” criou uma comunidade online sólida. O interessante aqui é observar que, em vez de grupos gigantescos, os furries se unem em pequenos núcleos, com sites centralizadores esparsos, ou séries de criadores solitários conectados. O uso de fórums foi e é vital para a sobrevivência do grupo, tendência derivada do uso de MUCKs, tipo de plataformas online utilizadas para chat e role-playing.

Hoje, sites como Fur Affinity (FA) e VCL reúnem grande número de artistas de todo o mundo em tipos de DeviantArt para furries. Os personagens também já foram adotados por quadrinhos, principalmente webcomics. Atualmente, uma das comunidades mais populares (e menos ocultas) fica no MMO Furcadia, que mistura o estilo dos MUCKs com gráficos 2D, gerando um espaço para interação entre furries de todo o mundo, assim como (e principalmente) roleplaying.

Para alguns furries, a “brincadeira” vai além. Enquanto o Fandom aborda criações e discussões nesse respeito, existem aqueles que tomam o interesse como estilo de vida. Existe o caso de discussões dentro da comunidade sobre definições específicas, tanto que Tiger Den, os responsáveis pelo Tiger MUCK, tradicional na comunidade e herdeiros do alt.fan.furry, criaram definições para acabar com todas as dúvidas.

Além de definir os furries como personagens ou no sentido de fandom, também apresentam uma terceira definição: “Uma pessoa com uma conexão emocional/espiritual importante com um animal ou animais, reais, ficionais ou simbólicos.” Aqui, os interesses passam por biologia, xamanismo (espírito animal) ou simplesmente estética, e tudo é discutido pelos mais aficionados.

Alguns, seja para roleplay, convenções ou para diversão, adotam o fursuiting, ou seja, confecção e uso de fantasias completas ou parciais de seus personagens, prática que movimenta um mercado próprio. Aqui entra um ponto que a internet prejudicou o movimento Furry – ao possibilitar a difusão e crescimento, também facilitou o ódio ao grupo, bem destoante de outras subculturas. Pela própria fragmentação de seu conteúdo, muitos tem idéias errôneas a seu respeito.

Parte dos motivos vem das próprias criações do gênero. Como em outras subculturas, o elemento sexual não deixa de existir na arte e comportamento. Mesmo espaços para roleplaying como Furcadia possuem áreas restritas para interações com temas adultos e sexo (ou, nos termos do grupo “yiff”) virtual. Em muitos casos, criações do tipo acabam sendo criticadas e até banidas mesmo dentro da comunidade, porém para pessoas fora do grupo, a aparência final é de que produções do tipo predominam, gerando ódio ao furries. As acusações vão desde críticas a fursuiters ou aos conceitos furries, até acusações infundadas de zoofilia (!?).

Mesmo tendo que nadar contra a maré, os Furries prevalescem contra o ódio, tanto que nos últimos anos o movimento também tem crescido no Brasil, ganhando espaço em convenções de anime e quadrinhos como a Animecon e Anime Friends. Além, de, claro, a comunidade online por sites como Fauna Urbana, FurryBrasil e WikiFur, entre outros menores.

 

 

Fonte:http://www.pop.com.br

Posted on outubro 15th, 2010 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

Furries invadem as ruas e o imaginário das pessoas

Imagine a seguinte situação: ao sair de casa para ir ao centro da cidade, ao banco ou ao shopping, você se depara com uma coelha batendo papo com um tigre, um canguru na fila do banco ou um grupo de raposas e ursos batendo um papo descontraído em plena praça de alimentação. Seria um delírio, sonho, estresse? E se fosse real? Não se assuste, pois você pode realmente vivenciar essa situação ao se deparar com um Furry.

O coordenador de usabilidade em software e editor chefe do portal especializado Fauna Urbana (www.faunaurbana.com.br), Dorival Teixeira Neto, 24 anos, explica que o movimento Furry é tão antigo quanto à capacidade humana de criar histórias.

Ele afirma que há registros de 500 anos antes de Cristo com fábulas e relatos de animais antropomorfizados – representação humanizada – e, desde então, no decorrer da história, essas figuras passaram a integrar o imaginário do ser humano.

Segundo ele, o conceito cresceu organicamente sem lideranças fortes até os anos 80 na América do Norte e por volta dos anos 2000 no Brasil. Foi quando foram criados o fórum FurryBrasil (furrybrasil.com.br) e o portal Fauna Urbana, para difundir a ideia. “Furry não é um movimento ideológico, mas sim cultural e artístico. A ideia mais comum é uma forma interessante de conhecer pessoas”, afirma Dorival.

O web design, Gustavo Nogueira Pereira, 21 anos, disse que teve contato com os Furries há cinco anos por meio de portais da internet e comunidades sobre o tema. Ele explica que cada pessoa escolhe um animal ou personagem por motivos diversos, tais como gostar de tal figura, afinidade com um animal – fazendo referência aos totens indígenas que representavam a ligação do espírito humano com um animal, ou ainda, valores ligados ao mito do personagem.

Gustavo, ou melhor, Aniki Geelong, nome do Furry criado por ele, disse que escolheu um canguru como personagem devido aos valores que o animal representa. “O canguru é ativo, guerreiro e salta pra frente sempre, qualidades que reconheço em mim”. Dorival Teixeira, ou melhor, Tanuki Gokuhi, um simpático guaxinim cinza, afirma: “Ser furry colaborou com meu autoconhecimento e meus valores pessoais; posso afirmar que esse estilo de vida me tornou mais completo e feliz”.

 

Universo Furry Furcontro – Encontro casual de Furries em um local

Fursuit – Fantasia feita especialmente para furries, cobrindo o corpo todo

Halfsuit – Um meio caminho para uma fursuit, apenas cauda, orelhas e patas

Fandom – Grupo de fãs furries

Fursona – Personagem escolhido para representar o furry

Anthro ou Feral – Relativo a quão perto de humano ou animal é a aparência do fursona

Furrycon – Convenção furry de grande porte

 

 

Fonte:http://www.dgnews.com.br

Posted on maio 10th, 2010 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados

Guarulhos aprende sobre os furries

O Diário de Guarulhos publica um artigo falando sobre furry

 

 

Domingo, dia 9 de maio, o fandom é citado mais uma vez na mídia, só que dessa vez nos jornais. O Diário de Guarulhos publicou em suas páginas uma matéria explicando aos seus leitores, um pouquinho sobre o que é um furry.

O jornal entrou em contato com o Fauna Urbana, e logo em seguida, Tanuki Gokuhi, Aniki Geelong, Jrrhack e Zutharr Sui Tiger participaram mandando conteúdo para que a reportagem tivesse um bom conteúdo.

O resultado foi um pequeno e bom artigo falando sobre nós.

 

Fonte: http://www.faunaurbana.com.br

Posted on maio 10th, 2010 by Simbjji Mufsa  |  Comentários desativados